XII CONGRESSO BRASILEIRO DE ESTOMATERAPIA

No último dia 15 a historiadora Suzana Ribeiro, da Fala Escrita, participou do XII Congresso Brasileiro de Estomaterapia, em Belo Horizonte, apresentando o trabalho “Estomaterapeutas: quem são e onde estão?”.
Este trabalho é fruto de uma pesquisa desenvolvida durante o ano de 2016 pela Fala Escrita e pela Sobest (Associação Brasileira de Estomaterapia) com o objetivo de mapear os profissionais da Estomaterapia, suas instituições de formação, distribuição geográfica, foco de trabalho na especialidade e em quais setores produtivos trabalham.

A pequisa também visou estruturar a história e a memória da especialidade de Estomaterapia no Brasil por meio de uma entrevista com a Professora Doutora Vera Lúcia Conceição de Gouveia Santos, uma das primeiras enfermeiras da área na América Latina.
Os principais resultados obtidos e sistematizados foram apresentados por Suzana Ribeiro em sua palestra durante o Congresso, para o qual foi convidada a participar do encerramento.

 

Mais informações em: http://sobest.com.br/evento/cbe17

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Pesquisa sobre Enfermeiros Estomaterapeutas é apresentada em Congresso Nacional

Os resultados da pesquisa “QUEM SÃO E ONDE ESTÃO OS ENFERMEIROS ESPECIALISTAS EM ESTOMATERAPIA NO BRASIL?” realizada pela Fala Escrita em parceria com a Sobest, serão apresentados nesta quarta-feira – 15/11, no congresso Nacional de Estomaterapia em Belo Horizonte.  A apresentação será feita por Suzana L. S. Ribeiro e comentada por Maria Angela Boccara de Paula.

Veja mais no site: http://www.sobest.org.br/evento/cbe17

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Historiadores Corporativos

http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,profissoes-do-futuro-historiadores-corporativos,1730012


Projeto “Pindamonhangaba, Sua Gente e Sua História” aborda a história da cidade que serviu de rota para os Bandeirantes, entre outros fatos relevantes

Projeto aprovado pela Lei Rouanet será formado por um livro bilíngue em português e inglês e um documentário com histórias pitorescas de seus habitantes

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Relatar em livro bilíngue e documentário a história de Pindamonhangaba no projeto multimídia “Pindamonhangaba, Sua Gente e Sua História”, cidade que, apesar de pouco conhecida em termos de História do Brasil, teve muito a contribuir na construção do país, especialmente na formação do Estado de São Paulo. Este foi o desafio abraçado pelo jornalista Luiz Salgado Ribeiro e sua filha, a Professora Doutora em História Suzana Lopes Salgado Ribeiro.

Aprovada pela Lei Rouanet, a empreitada aborda a trajetória da cidade localizada no Vale do Paraíba, litoral norte do Estado de São Paulo, desde sua fundação até os dias atuais. Pindamonhangaba possui uma história que merece registro, tanto por sua localização geográfica – que liga São Paulo ao Rio de Janeiro – quanto por servir como parte do trajeto dos Bandeirantes, por exemplo.

Mas não é apenas a participação em grandes feitos da história do Brasil que justifica o registro de sua história. A leitura, o acesso a fotos raras e a possibilidade de assistir a um documentário com depoimentos de moradores e suas famílias são uma verdadeira viagem no tempo. Uma experiência que permite entendermos o desenvolvimento do Estado de São Paulo e de sua região norte, não apenas em termos acadêmicos, mas também a partir da memória de seus residentes e descendentes destes.

Pindamonhangaba está localizada nas proximidades de cidades mais conhecidas, como Campos do Jordão, Taubaté e Guaratinguetá. Mas ao mesmo tempo, não está muito longe de cidades litorâneas famosas como São Sebastião e Ubatuba.

O PROJETO

Os indígenas que habitavam a região e sua influência na formação de Pindamonhangaba. As primeiras edificações da cidade, a partir da cessão da Condessa do Vimieiro. Estas são as origens do município que obteve importância regional e nacional por ser parada no caminho das minas das Alterosas – nos tempos dos Bandeirantes – e para rota de tropeiros. Mais adiante, tornou-se um relevante expoente de produção cafeeira brasileira e, recentemente, é um polo industrial importante à beira da Via Dutra.

A passagem de D. Pedro I pela localidade rumo ao rio do Ipiranga, a cidade como importante berço de abolicionistas, suas famílias importantes como o clã Homem de Melo e a participação de membros da família na Guerra do Paraguai. Nomes como Emílio Ribas, Oswaldo Cruz, Adolfo Lutz, Vital Brasil e Carlos Chagas. A localidade alcançando, no período de 1960 e 70, o posto de principal produtora de grãos e leite do vale do Paraíba.

Estes são apenas alguns pontos que o projeto “Pindamonhangaba, Sua Gente e Sua História” aprofunda, com rico material de pesquisa literária, iconográfica e depoimentos colhido em áudio e vídeo bilíngue.

Vista aerea Pindamonhangaba

Vista aerea da cidade de Pindamonhangaba Foto Lucas LACAZ RUIZ / Fotoarena


Coletânea reúne 14 trabalhos sobre o ensino primário no Vale do Paraíba

Doutora em História Social pela USP, Suzana Lopes Salgado Ribeiro foi convidada para abordar duas escolas com didáticas distintas, localizadas na cidade de Lorena

Professores, educadores, pedagogos, historiadores e todos aqueles que têm interesse no rumo da educação brasileira têm agora mais uma fonte de pesquisa. Foi lançado na no último dia 11 de fevereiro de 2016 “ELITES REGIONAIS E ESCOLA PÚBLICA PRIMÁRIA” (Ed. CRV), uma coletânea com 14 artigos que estudam o tema a partir de seu ponto mais sensível, o ensino primário. O evento ocorreu no Departamento de Ciências Sociais e Letras da UNITAU – Universidade de Taubaté.

12729248_1194801583894376_8922209357204224370_nOrganizado pelos professores Mauro Castilho Gonçalves e Cesar Augusto Eugenio, o trabalho faz um raio-X da estruturação das escolas primárias criadas no Vale do Paraíba paulista e fluminense, incluindo os municípios de São Luiz do Paraitinga e Ubatuba, entre o final do século XIX e os anos 1940. Período no qual o Brasil deixa de ser um império e passa a ser uma república.

Os artigos de acadêmicos escritos por pesquisadores das áreas de Educação, Pedagogia e História, cada um com seu olhar específico sobre o tema. Entre os autores está, a Suzana Salgado Lopes Ribeiro, graduada, licenciada, mestre e doutora pela Universidade de São Paulo em História Social. Além de sua carreira acadêmica, que inclui a coordenação do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID, realiza pós-doutorado em História da Ciência na PUC-SP, é pesquisadora do Núcleo de História Oral – NEO e do Grupo de Estudos em Novas Narrativas – GENN da Universidade de São Paulo. Com tantos afazeres, a doutora Suzana comanda a empresa de Fala Escrita, com foco em documentação histórica para entidades privadas e públicas.

12717572_1057549657639583_3656113326055472532_nA Doutora Suzana Lopes Salgado Ribeiro graduou-se em História pela Universidade de São Paulo (bacharelado 1998 e licenciatura 2003), onde também concluiu seu mestrado (2002) e seu doutorado (2007) em História Social. Professora da UNITAU, em Taubaté, na graduação e nos programas de Mestrado em Desenvolvimento Humano e Mestrado Profissional em Educação, além de coordenadora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID. É Diretora da Fala Escrita, empresa de pesquisa e documentação histórica. Realiza seu Pós-doutoramento no do Centro Simão Mathias de História da Ciência, CESIMA – PUC-SP e é pesquisadora do Núcleo de Estudos em História Oral USP e do Grupo de Estudos em Novas Narrativas, GENN – USP.

12717417_1057549784306237_180216945750354779_nA Doutora em História Social formada pela Universidade de São Paulo foi convidada para participar do projeto pelos organizadores e preparou um artigo de suma importância para quem procura fontes confiáveis de pesquisa para entender o processo histórico da educação no Brasil: “Tradições e Contradições: grupos escolares de Lorena na disputa pela memória”. Artigo de leitura prazerosa no qual a acadêmica aborda como a transição entre Império e República influenciou o processo educacional brasileiro – especificamente na cidade de Lorena, cidade que dispunha de uma escola pública de cunho monárquico e outra de linha republicana.

Além de apresentar com minúcia o cenário da época, virada do século XIX para o XX, Suzana Lopes Salgado Ribeiro faz um perfil interessante de seus principais personagens: Gabriel Prestes e o Conde de Moreira Lima, cada um com colocando sua visão ideológica nas escolas que levavam seus respectivos nomes.

12670132_1057549400972942_9106032000328553431_nEm tempos de análise da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em 1996, e da recente aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), em 2014, a leitura de “ELITES REGIONAIS E ESCOLA PÚBLICA PRIMÁRIA” faz-se mais do que necessária.

Texto por Emerson Lopes


Os números de 2015

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2015 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 3.200 vezes em 2015. Se fosse um bonde, eram precisas 53 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo


Entrevista sobre formação em Diversidade para professores

Em recente entrevista ao Jornal Contato de Taubaté, a professora Suzana Ribeiro fala um pouco sobre a importância das Formações de Gênero e Diversidade aos professores das redes básicas de ensino, na ocasião do evento “Semana do Professor”, organizado pela Secretaria Municipal de Educação de Taubaté.

Confira aqui a matéria.

O evento contará com a seguinte programação voltada aos professores da rede de ensino básica da prefeitura de Taubaté:

– Primeira mesa redonda: “Gênero e Diversidade na Escola: desconstruindo preconceitos” (Dia 13 de outubro – duração de 3 horas por período). A presente mesa redonda, a ser realizada às 10h00 e às 15h00 do primeiro dia do evento, apresentará um diálogo dos professores da rede presentes com duas professoras debatedoras para discutir sobre a diversidade em sala de aula. As relações de gênero e étnico-raciais assumem centralidade nas discussões propostas. As debatedoras serão:
Andrea Paula dos Santos Kamensky (UFABC)
Suzana Lopes Salgado Ribeiro (UNITAU)
Exibição do documentário:
“(Pre)conceitos & (In)diferenças” (30 min)
Oficina de produção de conhecimento e subjetividades.
– Segunda mesa redonda: “Educação, Literatura e Preconceito: as ‘Caçadas de Pedrinho’ ” (Dia 14 de outubro – com duração de 3 horas por período). A presente mesa redonda, a ser realizada às 14h30 e às 19h00 do segundo dia do evento, reunirá intelectuais para discutir sobre leituras e releituras contemporâneas da obra de Lobato, tendo como foco principal as questões étnico-raciais. Os debatedores serão:
José Carlos Sebe Bom Meihy (USP / UNIGRANRIO)
Marisa Lajolo (UNICAMP)
Geraldo Rocha (UNIGRANRIO)
No período noturno, os três intelectuais convidados ministrarão palestras pretendendo alargar a discussão sobre a abordagem do preconceito nas escolas, valendo-se do escritor taubateano Monteiro Lobato (não apenas de “Caçadas de Pedrinho” agora) como denominador comum.
– Treinamento com foco na “Avaliação como Prática de Inclusão”, e a “Identidade e Trajetória do Professor como Sujeito de Transformação”, ministrado pelo Prof. Celso Vasconcellos, por meio de duas palestras de duas horas cada (Dia 15 de outubro, em dois períodos: manhã e tarde).