Na mídia

                                                                   

Oficina de História Oral na 8º Semana da Comunicação da Unitau

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Suzana Ribeiro fala sobre memória e uma comunicação mais humanizadora.

A oficina, dirigida a educadores, pesquisadores das áreas de humanidades ciências e artes, pessoas da comunidade, além de estudantes e demais interessados, abordará as características da construção da memória e da identidade, além das principais questões teóricas, metodológicas e éticas que envolvem esse tipo de trabalho. Serão apresentadas e debatidas as noções básicas sobre teoria e procedimentos metodológicos da História Oral para construção de narrativas.

Curso de História Oral no campo das Ciências Humanas

O curso de 72 horas se propõe a abordar conceitos, definições e práticas. A trajetória da História Oral e suas implicações na produção de documentos será objeto de estudos combinados com oficinas práticas. A História Oral se inscreve em um projeto de história do tempo presente e objetiva estudos afeitos ä memória, identidade e narrativa.

No dia 04 de julho de 2012 foi realizada o primeiro encontro da Carpintaria em história oral do Projeto Plantar no ferro frio do ônibus o ninho da Trupe Sinhá Zózima, contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para cidade de São Paulo. As carpintarias concernem em espaço de estudo e reflexão dos artistas-pesquisadores do grupo.

A Carpintaria em história oral, com assessoria de Andrea Paula dos Santos, Suzana Ribeiro e Marcela Boni historiadoras do Núcleo de Estudo em História Oral (NEHO) da Universidade de São Paulo (USP).

Cada lugar tem suas particularidades. Cada comunidade é um apanhado de histórias e experiências que formam uma identidade. E como acentuar ou reconstruir uma identidade em uma época em que a tendência é a centralização do indivíduo? Araçatuba está perdendo as características que a faziam a “Terra do Boi Gordo”? E agora, é possível fabricar uma nova identidade para o município?
Estas e outras questões foram debatidas em uma conversa por telefone de cerca de 40 minutos com a historiadora especialista em história oral Suzana Lopes Salgado Ribeiro, de São Paulo. De acordo com ela, os museus e locais de memória são espaços essenciais para a valorização ou criação da identidade.
A Secretaria de Cultura iniciou nesta terça-feira (20), na Sala Jahyr Accioly de Souza, o curso “História Oral e Turismo – Revalorização da Cultura Local”. Ministradas pelas professoras Suzana Lopes Salgado Ribeiro e Marcela Boni Evangelista, as aulas, voltadas para professores, alunos e profissionais de turismo e historiadores, prossegue até o mês de maio.

O objetivo é introduzir os participantes na temática da história oral, a partir de uma formação teórica e prática a respeito do tema. Suzana Ribeiro explica que as aulas vão mostrar o processo de produção e conhecimento que tem como base a captação da oralidade. “A história oral é obtida por meio da narrativa das pessoas. Iremos mostrar como é o processo de trabalho desde a maneira de se portar e vestir numa entrevista, até o tratamento do texto, organização das ideias e produção de materiais históricos. A história oral tem como base as narrativas para produção de conhecimento sobre identidades, tradições, comunidades”, comentou.

Ao longo do ano o SESC promove encontros para estimular o diálogo sobre temas das áreas de Arquivo e Patrimônio, História e Memória. Os temas são propostos pelo SESC Memórias, área responsável por coletar, tratar e guardar a documentação produzida e acumulada pelo SESC SP com o compromisso de preservação e divulgação de sua história.
 Entre-vistas: ouvir e compreender

oficina de história oral
24 de novembro, das 10h às 18h

Suzana Lopes Salgado Ribeiro
Graduada em história, mestre e doutora em história social, é professora da UNIP – Universidade Paulista e pesquisadora do Centro Simão Mathias de História da Ciência, CESIMA – PUC-SP, e do Núcleo de Estudos em História Oral, Neho – USP.

 O evento está dividido em 15 GTs, dos quais destacamos: Diferenças e Identidades: cultura digital e memórias em nosso tempo (GT 08).

Sob coordenação de Andrea Paula dos Santos e Suzana Lopes Salgado Ribeiro, o GT relacionará cultura digital e memória, além de refletir sobre o tema da diversidade abrangendo as noções de identidade e diferença.

Reportagens e Entrevistas – SINPRO-SP


 

 Café Cultural
Centro Cultural da Juventude

 

 

 

 

Narrativas e experiências: histórias orais de vida de mulheres


Recortes da Memória

http://www.fapunifesp.edu.br/editora/INDEX.ASP?pg=livros&tplivro=9

75X75
http://www.planetauniversitario.com/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=425
“A voz na escrita”. Agnes Mariano – Revista da Cultura – edição 19.

“Uma conversa sobre possibilidades, debates e polêmicas da HO”.

Por Arturo Hartmann – Instituto da Cultura Árabe

O curso que o ICArabe realizou a partir do dia 13 de julho, “História de Vida Imigrante – Comunidade e Identidade”, abordou questões atuais no que concerne à história oral, um campo que faz crescer as possibilidades de estudo e também a fonte de debates e polêmicas sobre o fazer histórico.

Icarabe promove curso sobre história oral da imigração

Entre os objetivos do curso estão os de debater conceitos de história, memória individual e coletiva; entender a importância das histórias de vida no contexto atual, capacitar os participantes a desenvolver pesquisas na área de humanidades pelo procedimento da história oral, organizar planos de ação e projetos, e ressaltar importância do envolvimento do pesquisador com a comunidade.

Pírulas para Memória
http://www.arscientia.com.br/materia/ver_materia.php?id_materia=384

Caminhos da História
http://www.bialabate.net/news/livro-caminhos-de-historia-traz-artigos-sobre-psicoativos

Vozes da Marcha pela Terra

http://www.landless-voices.org/vieira/archive-05.phtml?rd=THEREARE343&ng=p&sc=1&th=14&se=0ozes


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