Museus e locais de memória: identidades, diversidades culturais e interações comunitárias

A cidade de Araçatuba, por meio da Oficina Cultural Silvio Russo, integra a programação das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo.

Diversas temáticas serão abordadas em oficinas de formatos variados, atendendo demandas de públicos diferentes.

O wokshop “Museus e locais de memória: identidades, diversidades culturais e interações comunitárias”, coordenado pela pesquisadora Suzana Lopes Salgado Ribeiro, tem suas inscrições abertas no dia 2 de abril.

O workshop apresentará um panorama histórico dos museus e instituições de preservação da memória, analisando algumas políticas de valorização do patrimônio histórico e cultural, material e imaterial, adotadas por instituições museológicas e de apoio à preservação. Também serão apresentadas novas tendências teóricas e sociais em torno das noções de identidade e subjetividade, de modo a possibilitar ações em sintonia com as demandas das comunidades onde tais instituições estão inseridas.

Tendo isso em vista, devemos atentar para as novas tendências teóricas e sociais que surgem com o objetivo de compreender e atuar em nosso mundo.

Segundo HALL (2005) há grandes mudanças nas percepções de identidades e isso tem relação com o uso e apropriação dos materiais e documentos disponibilizados nos acervos de museus. As identidades, que por tanto tempo estabilizaram o mundo social, estão em declínio, fazendo surgir novas identidades e fragmentando o individuo, até aqui visto como um sujeito unificado, sem levar em conta subjetividades. Assim, vivenciamos mudanças relacionadas aos conceitos de identidade e de sujeito. Portanto devemos estar atentos aos aspectos de nossas identidades que surgem de nosso “pertencimento” a culturas étnicas, raciais, lingüísticas, religiosas e, acima de tudo, nacionais. Neste movimento mais amplo de mudança, deslocam-se estruturas e processos centrais das sociedades modernas e abalam-se os quadros de referência que davam aos sujeitos uma ancoragem estável no mundo.

A atividade é oferecida a museólogos, agentes e dirigentes culturais, educadores, estudantes e demais interessados, a partir de 18 anos.

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Doutora em História Oral pela FFLCH da USP Ver todos os artigos de falaeescrita

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